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O ciclo CONEXÕES: PROGRAMA EXPANDIDO DE FOTOGRAFIA estabelece uma troca entre o NEFA, o Projeto Varal da Trajano e o Festival FOTOCANÍMAR, que acontece em Matanzas - Cuba.

 

O ciclo conta com a presença do fotógrafo Julio César García, que fará conversa, projeção, oficina e ao final uma exposição no Varal da Trajano.

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SOBRE O CONVIDADO

Julio César García Martínez

 

Matanzas, Cuba -1985

 

Artista visual e fotógrafo com diversas exposições e prédios, vive em Matanzas, Cuba.

Coordenador do FOTOCANÍMAR Festival Internacional de Fotografia de Matanzas.
Graduado pela Escola de Instrutores de Arte de Matanzas, na especialidade de Artes Plásticas. Cursou oficinas de fotografia com FOTO FEST INTERNATIONAL & FUNDATION FOR CULTURE  AND SOCIETY, e WITNESS VISUAL STORYTELLERS. 

Atua no Departamento de Jornalismo e Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas pertencentes à Universidade de Matanzas.

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OFICINA: PROJETO FOTOGRÁFICO 
 

EMENTA: Referências para estudo e planejamento de projetos fotográficos que contam histórias através de imagens. Troca entre os participantes com base na experiência de cada um. Análise de portfólio, processos de seleção e edição de imagens e exercícios para projetos futuros.

 

Data: 25 de abril

Horário: 10:00 às 18:00

Local: NEFA. Rua joão pinto, 30. sala 505

vagas: 10

 

Investimento: R$ 120,00

INSCRIÇÕES

Após fazer a inscrição encaminhe o conprovante de deposito, no valor de R$ 120,00, para o e-mail contato@nefa.com.br

 

Chave PIX:  CNPJ 12.239.183.0001-81 

PROGRAMAÇÃO GRATUITA
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PALESTRA

ILHA 
Uma breve abordagem da narrativa insular cubana. 

 

Será que as ilhas, por serem ilhas, têm um repertório diferente de possibilidades históricas ou um destino peculiar? Até que ponto a ausência dessas marcas retas e precisas que delimitam as fronteiras nos mapas influencia a vida de seus habitantes?
Em algum momento de nossas vidas, mais do que alguns ilhéus já tiveram essas perguntas passando por nossas mentes, nos assediando e sugerindo a ponto de concebermos a vastidão do mar como uma “circunstância maldita” que nos isola e nos confina em nossa própria insularidade, sempre a concebendo como uma limitação, especialmente quando combinada com a pequenez física.
“Carregamos o peso de nossa dimensão territorial. Não somos continentais, nem sequer antilhanos: somos simplesmente insulares, o que é como dizer insulares em uma casa estreita”, disse o escritor espanhol Angel Ganivet, um homem de grande esclarecimento que aparentemente descartou o futuro de uma ilha caribenha que, desde suas origens, desafiou qualquer tipo de determinismo geográfico para se tornar um lugar de convergência, mais do que qualquer outro continente.

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